Pé no chão e pé na tábua
Estamos chegamos ao final de mais uma temporada e a competitividade foi um fator marcante neste ano de 2005. Tanto é que nos principais campeonatos brasileiros, o título será decidido na última etapa. Os campeões da Stock Car, da Fórmula Renault e da Copa Clio serão conhecidos em Interlagos. E a Fórmula Truck vai premiar seu campeão em Brasília, no próximo dia 11 de dezembro.
Isso é bom, pois atrai o interesse do público e da mídia. A média de espectadores nos autódromos aumentou consideravelmente neste ano. O Renault Speed Show, por exemplo, recebeu um público de 200 mil pessoas em Salvador. O evento foi uma novidade para a cidade que prestigiou o automobilismo nacional, comparecendo em peso para conferir de perto o espetáculo.
Para 2006, duas categorias foram anunciadas: A Stock Jr. e a Super Clio. Ambas com proposta de custo reduzido, sinal de que o pessoal já está começando a trabalhar com os pés no chão e está baixando a bola.
É óbvio que o automobilismo é um esporte caro, mas não dever ser super-faturado. Falamos sobre isso aqui no Briefing, no início do ano, e muitos leitores concordaram conosco. Tomara que os preparadores, donos de equipes e aquela “classe maravilhosa” dos chamados marqueteiros e suas propostas fantásticas, também baixem a bola. Mirem-se no exemplo de Duda Mendonça. A batata dele demorou, mas assou.
Osvaldo Martins – Editor
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